13.3.15

Conclusões a que chego | Apresentação

Como já devem ter percebido graças a este post aqui, decidi criar uma nova rubrica chamada Conclusões a que chego, à qual surgiu do nada, como tantas outras que já fiz aqui no Beijos nem vê-los.

Pensei em criar uma rubrica que de certa forma fosse interessante mas que também tivesse o seu lado divertido. A minha ideia é de certa forma falar de temas aos quais vocês talvez já pensaram e aborda-los de uma forma divertida, ainda que também façam com que pensem no assunto e claro, deixem a vossa opinião sincera acerca do tema.

A primeira edição da rubrica tem como tema central uma actriz de Hollywood, à qual na minha opinião, merece ser falada e discutida ainda que de uma forma descontraída. De quem estarei eu a falar? Hummm.

Ainda que não explique muito do que realmente vai acontecer, espero que adiram e que de certa forma concluam algo como eu concluí ao escrever a primeira edição. Ainda que os temas sejam de certa forma temas divertidos e não de carácter sério, espero que fiquem desse lado!

A rubrica Conclusões a que chego, estreia no dia 20 de Março, aqui no Beijos nem vê-los.


EXTRA | Ao longo da semana irei dar várias dicas no Facebook do blogue sobre quem será a misteriosa actriz de Hollywood. 
Não percam, fiquem atentos!

12.3.15

Dilema

Como é que se convence os meus pais a deixarem-me ir a uma festa de aniversário na cidade e ficar lá a dormir e só voltar no dia seguinte? Passo a explicar, a tal festa é de um dia para o outro porque o X só faz anos no dia a seguir e como não há comboio depois da meia noite, a escolha mais sensata seria ficar lá a dormir em casa de uma amiga. Mas como é que se convence o nosso pai a deixar-nos ir e ficar lá a dormir? Dicas precisam-se sff.

10.3.15

Antes de eu nascer

Os meus pais nunca souberam se era rapaz ou rapariga antes de nascer, segundo o que dizem, eu estava virada de costas - não sei se é por isso que adoro estar deitada de barriga para baixo - ou seja não dava para ver qual era o meu sexo. Se fosse menino era a minha mãe que escolhia o meu nome, se fosse menina era o meu pai. E digo-vos já que o meu pai foi o vencedor e é por isso que hoje chamo o que me chamo. E o meu nome também foi escolhido graças a uma telenovela que dava na altura em que nasci, por isso, o meu nome deu muitas voltas até poder ter sido escolhido.

9.3.15

Homem ideal

O meu homem ideal é aquele que me faz rir quando o que mais quero é chorar. É aquele que me dá carinho e amor, mesmo quando estamos zangados. É aquele que me ama incondicionalmente apesar dos meus defeitos. É aquele que apesar de eu ter determinado gosto o aceita sem julgar. É aquele que me dá a mão e me diz que sou a mulher mais linda do mundo. Agora pergunto onde andas tu, meu homem ideal? Estou aqui à tua espera.

8.3.15

Miranda Kerr

Adoro a Miranda Kerr ela é sem dúvida das modelos que mais aprecio, porque para além de ser gira a valer tem aquele je ne ce quoi que poucas mulheres têm. Acho-a mesmo um amor de pessoa, não só na maneira de falar mas também pela maneira amorosa que trata o seu filho. E para além disso, faz anos no mesmo dia que eu. 

7.3.15

Ser a Olívia

Uma coisa é certa se mudasse o meu nome verdadeiro era para Olívia. Adoro tanto e identifico-me que habituaria-me logo a esse nome. Às vezes até acho estranho quando me chamam pelo meu nome verdadeiro, porque ser a Olívia já está dentro de mim e uma coisa é certa, nunca me vou esquecer de ser a Olívia.