27.12.15

O que aprendi em 2015


2015 foi um ano poderoso a diversos níveis. Mas foi sobretudo um ano de aprendizagens, de ensinamentos e sobretudo de retrospectivas demasiado importantes. Aqui vos deixo pequenas coisas que me marcaram e que fui aprendendo ao longo de 2015. Cliquem no ler mais para saberem tudinho!


Às vezes amar não chega. Nem sempre amar alguém faz com que tudo resulte, há muito mais para além disso. E por vezes, não nos lembramos disso, que para além de amor são precisos muitos outros ingredientes aos quais na maior parte das vezes não estamos prontos para acrescentar.

A conduzir. Admito que no início foi uma dor de cabeça, principalmente quando passei a utilizar carros diferentes, com embraiagem diferentes e com truques igualmente diferentes. Custou no princípio, mas agora posso afirmar que sei verdadeiramente conduzir e que é das melhores sensações de sempre.

Não preciso de amar alguém para me sentir completa. 2015 foi um ano calmo no campo amoroso, não gostei de ninguém ao ponto de poder dizer que amei alguém. E isso fez-me perceber que não preciso de ter alguém para me sentir completa, ainda que em muitos momentos de carência esse seja o meu maior desejo. 2015 fez-me perceber que o amor não é tudo na vida.

Que sou lame sempre e vou ser lame até ao fim. Quem me conhece sabe que consigo ser a pessoa mais lamechas à face da terra e sinceramente, é algo que me orgulho. Adoro simplesmente demonstrar às pessoas que adoro que as adoro. Adoro vincar esse facto. E bem, considero-me uma lamechas incurável. 

Ser eu própria. 2015 foi o ano em que me consegui libertar, o ano em que consegui mostrar ao mundo aquilo que realmente sou, aquilo que esteve escondido durante tanto tempo e que não se mostrou. O ano em que me revelei sem medo, sem qualquer tipo de receio.

A amar o cabelo curto. 2015 foi o ano em que o cabelo curto foi uma certeza na minha vida. Apesar de odiar de morte ter cabelo curto, aprendi com o tempo a amá-lo e respeita-lo. Na morte e na doença. Till the end.

A decorar nomes à velocidade da luz. Com a faculdade e consequentemente com o facto de conhecermos demasiadas pessoas, ter de decorar diversos nomes foi o pão nosso de cada dia. Por vezes demasiado para a minha cabeça, mas lá teve de acontecer.

Não existem rapazes suficientemente altos nesta vida. Esta foi talvez a mais dura realidade que aprendi em 2015, que Portugal não é um lugar com rapazes altos ou pelo menos o Norte do país não o é. Vamos rezar para que haja uma vaga de pessoas a querer vir de ERASMUS para o Norte sim?

11 comentários:

  1. Tão bom quando aprendemos coisas :) Conduzir apesar de já ter carta há 2 anos, este ano foi aquele que posso dizer-me que tornei-me numa boa condutora.

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  2. Achei imensa piada a essa dos rapazes altos :p

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  3. Adorei o post. Identifiquei-me basta na parte do "Ser eu própria"

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  4. Nunca deixes de ser lame! x) E Hás-de encontrar alguém suficientemente alto! Trust me!

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  5. Adorei! e ainda bem que aprendeste todas essas coisas :D

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  6. 2015 foi o teu ano. E 2016 será ainda mais!

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  7. Grandes aprendizagens =P
    Algumas (como a 3ª e a 5ª) não percas em ano nenhum da tua vida!

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  8. Entendo :P É um género de sapatilhas que: ou se ama ou se odeia :D

    Espero que 2016 te faça aprender ainda mais e que de todas as quedas retires sempre bons ensinamentos, tal como com as vitórias :D

    NEW OUTFIT POST | Believe in Yourself, please!
    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

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